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	<title>Flores e Orquídeas</title>
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	<description>Tudo sobre as espécies de orquídeas brasileiras</description>
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		<title>Samambaia &#8211; Chifre de veado &#8211; Platycerium bifurcatum</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 15:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Samambaia &#8211; Chifre de veado Nome científico: Platycerium bifurcatum C.Chr. Nomes Populares: Chifre de veado, platicério Origem: A planta é comum na América do Sul, África, Austrália, Nova Guiné entre outros. Propagação: - O método mais utilizado para propagar a samambaia chifre de veado é aquele feito através da retirada dos filhotes que surgem nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Samambaia &#8211; Chifre de veado</span></strong></p>
<p>Nome científico: <strong><span style="text-decoration: underline;">Platycerium bifurcatum C.Chr.</span></strong></p>
<p>Nomes Populares: Chifre de veado, platicério</p>
<p>Origem: A planta é comum na América do Sul, África, Austrália, Nova Guiné entre outros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propagação:</span></p>
<p>- O método mais utilizado para propagar a samambaia chifre de veado é aquele feito através da retirada dos filhotes que surgem nas paredes dos vasos e xaxins.</p>
<p>- Outro método é através da utilização de esporos, mas esse é muito demorado, e somente a natureza tem toda a paciência do mundo para esperar aqueles minúsculos esporos se transformarem em vistosas plantas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Procedimento</span>s:</p>
<p>- Para remover os filhotes da planta matriz, é preciso esperar que eles atinjam certo tamanho, capaz de sobreviver à própria custa, sem as benesses da planta mãe. E isso se dará quando a muda apresentar algumas folhas compridas.</p>
<p>- De posse de um canivete bem afiado, recortar, com todo o cuidado para não ferir o sistema radicular, o pedaço de xaxim onde a muda está vegetando.</p>
<p>- Caso a planta matriz esteja plantada em vaso de barro, a remoção do filhote terá que vir acompanhado com parte do substrato em suas raízes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato</span>:</p>
<p>- O substrato precisará ter uma consistência leve, fértil, rica em nutrientes orgânicos, além de apresentar porosidade e boa drenagem de água.</p>
<p>- Misturar fibra de coco, esterco animal bem curtido areia grossa, na proporção de 1:1.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preparando os vasos:</span></p>
<p>- Colocar uma camada de cascalho de aproximadamente quatro centímetros no fundo do vaso.</p>
<p>- Completar o vaso com substrato.</p>
<p>- Fazer um orifício do centro do substrato.</p>
<p>- Plantar a muda, apertando o substrato para fixá-la bem.</p>
<p>- Caso necessite, colocar um tutor para melhor fixar a muda, amarrando nele as folhas mais compridas, com pedaços de barbante.</p>
<p>- Colocar os vasos em locais sombreados e livre de ventos fortes.</p>
<p>- Regar uniformemente o substrato.</p>
<p>- Manter a umidade sempre constante</p>
<p><a href="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC01072.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-277" title="DSC01072" src="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC01072-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características gerais:</span></p>
<p>A samambaia chifre de veado é nativa das matas tropicais onde umidade e temperatura se mantém constantes.</p>
<p>Trata-se de plantas epífitas que se prendem às cascas grossas das árvores, ou às bainhas das folhas mortas nos troncos de coqueiros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Notas:</span></p>
<p>- O chifre de veado tolera temperaturas de 5 ºC, mas prefere regiões quentes, úmidas com sombreamento parcial.</p>
<p>- Os esporos situam-se nas pontas da parte inferior das folhas, parecendo uma ferrugem marrom lanosa.  Para colhê-los, passar de leve algodão umedecido embaixo de suas folhas, em seguida colocá-los em locais com grande umidade relativa, dentro de algum tempo irão aparecer as pequenas plantinhas.</p>
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		</item>
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		<title>Asplênio &#8211; Samambaia &#8211; Asplenium</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/asplenio-samambaia-asplenium/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 15:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Asplênio  Samambaia Nome científico: Asplenium nidus L. Nomes Populares: Asplênio, ninho-de-passarinho Origem: Ásia Características gerais: - A samambaia asplênio é nativa das matas tropicais onde a umidade e temperatura se mantém constantes. - Apresentam características de plantas epífitas que se prendem às cascas grossas, troncos apodrecidos de árvores, ou às bainhas das folhas mortas nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Asplênio  Samambaia</span></strong></p>
<p>Nome científico: <strong>Asplenium nidus L.</strong></p>
<p>Nomes Populares: Asplênio, ninho-de-passarinho</p>
<p>Origem: Ásia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características gerais:</span></p>
<p>- A samambaia asplênio é nativa das matas tropicais onde a umidade e temperatura se mantém constantes.</p>
<p>- Apresentam características de plantas epífitas que se prendem às cascas grossas, troncos apodrecidos de árvores, ou às bainhas das folhas mortas nos troncos de coqueiros.  Porém, sobrevivem perfeitamente no solo das florestas, cuja decomposição do material orgânico é abundante.</p>
<p>- O asplênio não tolera baixas temperaturas, e seu cultivo é mais indicado para regiões de clima tropicais e de umidade mais elevada.</p>
<p>Na natureza o Asplênio se multiplica por esporos, mas se trata de um processo muito lento, inaplicável para fazer mudas na propagação doméstica. Só mesmo a natureza tem paciência suficiente para esperar um esporo se transformar numa planta esplendorosa.</p>
<p>O método de propagação caseiro mais fácil, rápido e eficiente, é o da separação dos filhotes que brotam juntos da planta mãe, retirando-os com parte do rizoma.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propagação por filhotes da planta matriz</span>:</p>
<p>- Com o auxilio de um instrumento cortante, retirar os filhotes com cuidado para não danificar demasiadamente, nem o filhote, nem a planta mãe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Como plantar:</span></p>
<p>- Depositar no fundo do vaso uma camada de aproximadamente 4 centímetros de espessura, de cascalho, ou cacos de telhas, bem triturados.</p>
<p>- Em seguida encher o vaso com o substrato.</p>
<p>- Na seqüência fazer um orifício adequado no substrato, colocar a muda, tendo o cuidado de fixá-la bem no substrato do vaso.</p>
<p>- Regar para molhar todo o substrato.</p>
<p>- Colocar os novos vasos em locais sombreados, livre de ventos fortes.</p>
<p>- Manter constante a umidade do substrato.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato</span>:</p>
<p>- O substrato para os vasos deverá ser um composto rico em material orgânico.</p>
<p>- Fazer uma mistura bem homogeneizada de terra, esterco animal bem curtido, fibras de coco, casca de pinus, areia grossa, tudo na proporção de 1:1.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Considerações gerais</span>:</p>
<p>- Os ventos fortes são um dos grandes inimigos das samambaias, causando requeima nos brotos e folhas novas, bem como a perda de água por evaporação.</p>
<p>- Samambaias não gostam de mudanças, elas preferem a monotonia de lugares aconchegantes. Elas se acostumam com a luminosidade, temperatura e umidade local, mudanças constantes provocam o estresse das plantas que acabam inibindo seu desenvolvimento.</p>
<p>- Recomenda-se manter o solo sempre bem umedecido, sem provocar encharcamento.</p>
<p>- Recomenda-se, periodicamente, mudar a planta para um vaso cada vez maior, devido ao seu crescimento.</p>
<p>- Recomenda-se remover as folhas amareladas, mortas ou doentes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação:</span></p>
<p>- Recomenda-se adubação com fertilizante específico para samambaias, adquiridos em lojas de floricultura, seguindo sempre as orientações do fabricante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Notas</span>:</p>
<p>- O asplênio é uma planta herbácea de folhas grandes podendo atingir um metro de altura.</p>
<p>- As folhas largas, coriáceas, brilhantes, estão inseridas num caule curto, que passa  quase que despercebido.</p>
<p>- A folhagem nova surge no centro da planta, apresentando-se enroladas quando novas, mas, essa é uma das características marcantes das samambaias.</p>
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		<item>
		<title>Avencas –  Samambaias com folhas de delicadeza singular.</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/avencas-samambaias-com-folhas-de-delicadeza-singular/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 23:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Avencas –  Samambaias com folhas de delicadeza singular. Nome científico: Adiantum capillus veneris Origem: Nativa do Brasil. Propagação: - A propagação da avenca é feita pela divisão da touceira. Procedimentos: - Retirar a planta matriz do vaso, com cuidado para não prejudicar o sistema radicular. - Com o auxílio de uma faca bem afiada, recortar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Avencas –  Samambaias com folhas de delicadeza singular.</span></strong></p>
<p>Nome científico: <strong>Adiantum capillus veneris</strong></p>
<p>Origem: Nativa do Brasil.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propagação</span>:</p>
<p>- <strong>A propagação da avenca é feita pela divisão da touceira</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Procedimentos:</span></p>
<p>- Retirar a planta matriz do vaso, com cuidado para não prejudicar o sistema radicular.</p>
<p>- Com o auxílio de uma faca bem afiada, recortar a touceira com cuidado, separando as mudas que se deseja propagar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preparar os vasos</span>:</p>
<p>- Distribuir no fundo dos vasos, uma camada regular de aproximadamente quatro centímetros de pedriscos, para facilitar a drenagem de água.</p>
<p>- Distribuir uma camada de substrato até atingir ¾ do conteúdo do vaso.</p>
<p>- Acomodar a muda no centro do vaso e completar com o restante do substrato.</p>
<p>- Fixar as mudas no substrato do vaso, apertando levemente com as mãos.</p>
<p>- Regar a nova planta de forma que o substrato fique uniformemente umedecido.</p>
<p>- Colocar os vasos em locais protegidos de ventos fortes e da luz direta do sol.</p>
<p>- As regas devem ser feitas no substrato.</p>
<p>- Manter a umidade constante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato</span>:</p>
<p>- O substrato deverá ser um composto rico em material orgânico.</p>
<p>- Misturar na proporção de 1:1, os seguintes materiais: terra vegetal, esterco animal bem curtido, fibras de coco, casca de pinus, areia grossa, de forma que o composto fique homogeneizado e de consistência porosa, para facilitar a aeração das raízes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação</span>:</p>
<p>- A avenca não requer adubação com muita freqüência, apenas para reposição de nutrientes.</p>
<p>- Para adubação, pode ser usado adubo foliar uma vez a cada quinze dias, obedecendo às recomendações do fabricante.</p>
<p>- Adubo químico NPK 10:10:10,  dissolver uma colher de sopa, rasa, do granulado em 2 litros de água.  Agitar até dissolver os grânulos. Aplicar de uma a duas xícaras de chá da mistura no substrato, a cada 3 ou 4 meses.</p>
<p>- Antes da adubação é necessário umedecer o substrato para que o líquido com o adubo penetre e se espalhe com maior eficiência e uniformidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características gerais:</span></p>
<p>- Planta de clima tropical e úmido, nativa das matas brasileiras, onde a umidade e a temperatura apresentam pouca variação durante o ano.</p>
<p>- A avenca caracteriza-se pela delicadeza singular de suas folhas compostas de pequenos segmentos, que saem diretamente dos rizomas.</p>
<p>- Os rizomas se desenvolvem horizontalmente quase à superfície do substrato.</p>
<p>- A planta pode atingir altura que varia entre 30 a 40 cm, apresentando um emaranhado de folhas com formas bastante irregulares.</p>
<p>- Vegeta perfeitamente bem com temperatura entre 10 e 30ºC.</p>
<p>- Planta exigente quanto à umidade.  Fora do seu habitat natural, em dias quentes, é preciso intensificar as regas, inclusive borrifar água sobre as folhas da planta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propriedades medicinais</span>:</p>
<p>- Segundo a farmacopéia popular, a avenca apresenta propriedades medicinais, usada principalmente como xaropes contra tosses.</p>
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		<item>
		<title>Samambaia Amazonense  &#8211; A gigante da família.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Samambaia Amazonense  &#8211; A gigante da família. Nome Científico: Polypodium aureum Nome popular: rabo de bugio Características gerais: - A samambaia Amazonense é conhecida popularmente como rabo de bugio por apresentar grossos rizomas peludos, na cor castanho-amarelado. - Na natureza se multiplicam por esporos, mas se trata de um processo muito lento, inaplicável para propagação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Samambaia Amazonense  &#8211; A gigante da família.</span></strong></p>
<p>Nome Científico: <strong>Polypodium aureum</strong></p>
<p>Nome popular: rabo de bugio</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características gerais:</span></p>
<p>- A samambaia Amazonense é conhecida popularmente como rabo de bugio por apresentar grossos rizomas peludos, na cor castanho-amarelado.</p>
<p>- Na natureza se multiplicam por esporos, mas se trata de um processo muito lento, inaplicável para propagação de mudas em escala comercial. Só mesmo a natureza tem paciência suficiente para esperar um esporo se transformar numa bela planta.</p>
<p>-O método de propagação caseiro mais fácil e rápido e o da divisão de touceira ou, estaquia de rizomas.</p>
<p>- As samambaias pertencem a uma família numerosa de espécies, oferecendo enorme variedade de tamanhos e formas, que lembram delicadas rendas, chifres, espinhas de peixe, etc.</p>
<p><strong> <span style="text-decoration: underline;">Divisão de touceiras</span></strong>:</p>
<p>- De posse de um vaso antigo da planta que se deseja multiplicar, repleto de brotos e rizomas,  poderá ser dividido para transformá-lo em várias  mudas.</p>
<p>- Iniciar o processo removendo a planta do vaso com todo o cuidado para não machucá-la, soltando-a do torrão, manipulando-a para livrá-la do substrato velho, até descobrir por completo a touceira.</p>
<p>- De posse de uma tesoura ou, faca bem afiada, separar as mudas ou, os rizomas. Observar que os rizomas têm que apresentar várias gemas ou “borbulhas”, pois serão das gemas que brotarão os novos rebentos.</p>
<p>- Plantar cada parte recortada em um novo recipiente.</p>
<p>- Aproveitar esse momento, para livrar as mudas das partes mortas:  raízes podres, folhas e rizomas secos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Como plantar:</span></p>
<p>- Depositar no fundo do vaso uma camada de aproximadamente 4 centímetros de espessura, de cascalho, ou cacos de telhas, bem triturados.</p>
<p>- Em seguida depositar até a metade do vaso uma camada de substrato, bem distribuído.</p>
<p>- Na seqüência colocar a muda no centro do vaso e acabar de preenche-lo  com o mesmo substrato, tendo o cuidado de fixar bem a muda no substrato do vaso.</p>
<p>- Regar para molhar todo o substrato.</p>
<p>- Colocar os novos vasos em locais sombreados, livre de ventos fortes.</p>
<p>- Manter constante a umidade do substrato.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato</span>:</p>
<p>- O substrato para os vasos deverá ser um composto rico em material orgânico.</p>
<p>- Fazer uma mistura bem homogeneizada de terra, esterco animal bem curtido, fibras de coco, casca de pinus, areia grossa, tudo na proporção de 1:1.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação:</span></p>
<p>- Recomenda-se adubação com fertilizante específico para samambaias, adquiridos em lojas de floricultura, seguindo sempre as orientações do fabricante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Pragas:</span></p>
<p>-As samambaias têm poucos inimigos naturais, mas é sempre bom ficar atento aos ataques de lagartas, tatuzinhos, lesmas e pulgões.</p>
<p>- Sempre que possível, evite o uso de inseticidas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Considerações gerais</span>:</p>
<p>- Os ventos fortes são um dos grandes inimigos das samambaias, causando requeima nos brotos e folhas novas, bem como a perda de água por evaporação.</p>
<p>- Samambaias não gostam de mudanças, elas preferem a monotonia de lugares aconchegantes. Elas acostumam-se com a luminosidade, temperatura e umidade local, mudanças constantes provocam o estresse das plantas que acabam perdendo todas as folhas.</p>
<p>- Recomenda-se manter o solo sempre bem umedecido, sem provocar encharcamento.</p>
<p>- Recomenda-se remover as folhas amareladas, mortas ou doentes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Renda portuguesa a delicadeza da natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Renda portuguesa a delicadeza da natureza.  Nome Científico: Davallia fejeensis Hook. Origem: Austrália. Considerações gerais: - A delicadeza das folhas bem desenhadas da renda-portuguesa destaca essa planta como a rainha das samambaias, preferida por quem ama a natureza. - Samambaias são plantas típicas dos trópicos e existem em grandes quantidades e variedades no Brasil. São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Renda portuguesa a delicadeza da natureza.  </span></strong></p>
<p><em>Nome Científico</em>: <strong>Davallia fejeensis Hook.</strong></p>
<p>Origem: <strong>Austrália.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">C</span><span style="text-decoration: underline;">onsiderações gerais</span>:</p>
<p>- A delicadeza das folhas bem desenhadas da renda-portuguesa destaca essa planta como a <strong>rainha das samambaias</strong>, preferida por quem ama a natureza.</p>
<p>- Samambaias são plantas típicas dos trópicos e existem em grandes quantidades e variedades no Brasil. São plantas de clima quente e ambientes úmidos.</p>
<p>- Na natureza elas crescem em ambientes sombreados, nos solos ricos com abundancia de matéria orgânica ou,  nas bainhas das folhas dos coqueiros que imitam o xaxim.</p>
<p>- Porém, podem perfeitamente ser adaptadas para serem cultivadas em casa, desde que se os tratos culturais sejam semelhantes aos de seu ambiente natural.</p>
<p>- A renda portuguesa é uma planta herbácea rizomatosa, de aparência delicada, que se desenvolvem por longos rizomas pilosos na cor marrom escuro, de onde partem as folhas compostas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propagação:</span></p>
<p>- A propagação da renda portuguesa é feita através de estaquia do rizoma.</p>
<p>- Selecionar rizomas saudáveis que apresentam pelo menos duas gemas, ou “borbulhas”, pois são delas que sairão as novas mudas.</p>
<p>- Cortar com aproximadamente dez a quinze centímetros de comprimento.</p>
<p>- Fazer a desfolha do rizoma, deixando apenas as quatro folhas mais novas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Vaso:</span></p>
<p>- Colocar uma camada de cascalho ou brita de aproximadamente quatro centímetros de altura no fundo do vaso, para uma boa drenagem de água.</p>
<p>- Colocar o substrato até a metade do vaso.</p>
<p>- Em seguida colocar o rizoma no centro do vaso e completar com substrato, apertando-o para fixar bem o rizoma.</p>
<p>- O rizoma deverá ser enterrado no substrato, até a sua metade.</p>
<p>- Colocar o vaso em local sombreado, regar sem encharcar e manter o substrato sempre levemente umedecido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Observações</span>:</p>
<p>- Os rizomas na época da preparação das mudas, devem ser plantados em vasos pequenos, pois a renda portuguesa é lenta no crescimento. Somente depois que ela começar o seu desenvolvimento poderá ser transplantada para vasos maiores.</p>
<p>- o processo de transplante para  outros recipientes maiores, deverão obedecer as mesmas características acima: cascalho no fundo do vaso, etc.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Modo de cultivo</span>:</p>
<p>- A renda portuguesa se desenvolve perfeitamente em ambientes com boa iluminação, porém sem a incidência direta do sol.</p>
<p>- Podem ser cultivadas em vasos colocados à meia sombra , embaixo de árvores, ou dentro de casa, próximo a janelas, onde há maior incidência de claridade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Recipientes:</span></p>
<p>- Os vasos mais indicados  para a renda portuguesa são aqueles que se apresentam com as seguintes características: profundidade rasa, com a boca enlanguescida, onde o espaço se torna maior, visto que os rizomas da desta planta se desenvolvem quase que exclusivamente, na superfície do substrato do recipiente onde é plantada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato:</span></p>
<p>- O substrato para o seu cultivo deverá ser rico em matéria orgânica.</p>
<p>- Pode ser uma mistura bem homogeneizada de fibra de coco,casca de pinus e esterco animal bem curtido, na proporção de 1:1:1.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação:</span></p>
<p>- A aplicação de adubo foliar duas vezes por mês.</p>
<p>- Adubação química NPK 10-10-10. Misturar uma colher de sopa, rasa, de adubo granulado na formulação indicada,   em 2 litros de água,  agitar até dissolver por completo os grânulos, em seguida colocar cerca de 1 xícara de chá desta mistura, em cada vasinho.</p>
<p>- Na medida em que a planta for crescendo aumente a dosagem gradativamente, até chegar a um copo americano.</p>
<p>- A adubação química deverá ser feita a cada quatro meses.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Orquídeas sapatinho – Uma  orquídea exótica</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orquídeas]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Orquídeas sapatinho – Uma  orquídea exótica Nome científico: Paphiopedilum Nome Popular: Sapatinho ou queixuda Origem: Tailândia Considerações gerais: - Orquídea com grande número de espécies, é encontrada na natureza com flores de cores diferenciadas. - A planta tolera temperaturas que podem variar de 10 a 30ºC. - Paphiopedilum: Trata-se de orquídeas terrestres, de crescimento monopodial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Orquídeas sapatinho – Uma  orquídea exótica</span></strong></p>
<p>Nome científico<strong>: Paphiopedilum</strong></p>
<p>Nome Popular: <strong>Sapatinho ou queixuda</strong></p>
<p>Origem: Tailândia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Considerações gerais:</span></p>
<p>- Orquídea com grande número de espécies, é encontrada na natureza com flores de cores diferenciadas.</p>
<p>- A planta tolera temperaturas que podem variar de 10 a 30ºC.</p>
<p>- Paphiopedilum: Trata-se de orquídeas terrestres, de crescimento monopodial, com flores exóticas e solitárias, de labelos côncavos, voltados para cima dando a impressão de chinelinhos. (<em>significado de <strong>sistema monopodial</strong>: quando o crescimento ocorre por uma única gema apical, que persiste por toda a vida da planta</em>).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Método de multiplicação</span>:</p>
<p>- Divisão de touceiras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Procedimentos:</span></p>
<p>- Molhar o substrato para facilitar a remoção da planta do vaso.</p>
<p>- Com o auxílio de uma espátula estreita,  circundar a parede interna do vaso, para desprender as raízes facilitando a saída da planta.</p>
<p>- Fazer uma limpeza generalizada na planta removendo folhas velhas e raízes podres. Isso facilitará o processo da divisão da touceira, que deverá ser feita manualmente.</p>
<p>- Repartir a planta em duas ou três partes, (dependendo do tamanho da touceira).  Faça isso com cuidado, porque estará dividindo a gema apical da planta. (nó apical).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preparação dos novos vasos:</span></p>
<p>- Colocar uma camada de cascalho de uns quatro centímetros de espessura no fundo de cada vaso para facilitar a drenagem de água.</p>
<p>- Colocar substrato até a metade do vaso.</p>
<p>- Acomodar a nova muda no centro do vaso e completar com o resto do substrato.</p>
<p>- Regar para molhar bem todo o substrato do vaso.</p>
<p>- Colocar os vasos recém plantados em locais sombreados (50%), e protegidos de ventos fortes.</p>
<p>- Manter constante a umidade do substrato, visto que esta orquídea não possui pseudobulbo, nem caule, portanto não tem como armazenar água, por isto necessita que se mantenha o substrato bem poroso levemente úmido, não encharcado.</p>
<p>- Pelos motivos acima descritos, na estação mais quente e seca do ano, devem-se redobrar os cuidados para não deixar a planta morrer de sede.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Substrato:</span></p>
<p>- Fazer uma mistura bem homogeneizada, utilizando-se de alguns desses materiais: fibra de coco, casca de pinus, esterco animal bem curtido, areia grossa lavada, Sphagnum. Ou, qualquer outro tipo de solo rico em material orgânico desde que seja poroso e não apresente tendências de compactação ao longo do tempo, porque isso irá impedir as raízes de crescer e respirar, levando a planta à morte</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação:</span></p>
<p>- Trata-se de uma planta bastante rústica, desde que obedecido às condições ideais para seu cultivo.</p>
<p>- Não se faz necessária manutenção constante, pois se trata de plantas de lento crescimento, não necessitando de grandes quantidades de nutrientes</p>
<p>- Para adubar esta planta poderá usar adubo foliar ou, NPK 10:10:10, dissolvido em água (1 colherinha de chá para 2 litros de água), agitar até dissolver todo o granulado. Borrifar as folhas e o substrato, a cada 3 meses durante o período vegetativo e 1 vez por semana, no mês que antecede a floração.</p>
<p><a href="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC01430.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-258" title="DSC01430" src="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC01430-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Período de floração:</span></p>
<p>- Floresce da primavera até o verão, dependendo da região.</p>
<p>-As flores são duradouras, permanecem por longo tempo, mais de 20 dias.</p>
<p>-A multiplicação das mudas deverá ocorrer no início da primavera. Época em que as plantas estarão em pleno desenvolvimento, além de coincidir com o início do período chuvoso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Notas:</span></p>
<p>- No ano seguinte, as primeiras flores começarão a desabrochar.</p>
<p>- Nunca se esquecer de desinfetar todos os utensílios: facas de corte, poda, espátulas, antes de iniciar o processo de propagação de mudas, a fim de evitar contaminação.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Decoração com  Samambaias de metro</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/decoracao-com-samambaias/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[samambaias]]></category>

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		<description><![CDATA[Decoração com  Samambaias Samambaia de metro Nome cientifico: Polypodium persicifolium Nome popular: Samambaia chorona As samambaias se destacam pela beleza, embora não apresentam flores, impressionam pela riqueza de detalhes de suas folhas. - São plantas pouco exigentes, desde que colocadas em locais propícios. -  Plantas altamente decorativas, pois a tonalidade verde de sua folhagem, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Decoração com  Samambaias</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Samambaia de metro</span></p>
<p>Nome cientifico: Polypodium persicifolium</p>
<p>Nome popular: <strong>Samambaia chorona</strong></p>
<p>As samambaias se destacam pela beleza, embora não apresentam flores, impressionam pela riqueza de detalhes de suas folhas.</p>
<p>- São plantas pouco exigentes, desde que colocadas em locais propícios.</p>
<p>-  Plantas altamente decorativas, pois a tonalidade verde de sua folhagem, e discreta e combina com qualquer ambiente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Proliferação:</span></p>
<p>Um dos métodos mais utilizados para fazer a propagação das samambaias é através da divisão de touceiras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nota:</span></p>
<p>- Esse método acelera o crescimento da planta, pois a nova muda já está enraizada e pega, naquela fatia de xaxim a ser transplantada.</p>
<p>- E em poucos meses os novos vasos já estarão repletos de folhas novas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Procedimentos:</span></p>
<p>- Se a planta a ser multiplicada estiver plantada num vaso de xaxim,  é mais fácil: proceda da seguinte forma:</p>
<p>- Observar se a planta está toda enraizada e cheia de rizomas e rebentos em toda estrutura do xaxim, para planejar o corte da touceira.</p>
<p>- Colocar o xaxim em uma superfície sólida, para recortá-lo cuidadosamente como se fosse um bolo, observando que em cada fatia deverá permanecer uma boa quantidade de rebentos.</p>
<p>- Poderá ser recortado em 4,6 até 8 fatias, dependendo da densificação dos rizomas da planta.</p>
<p>- Colocar cada fatia cuidadosamente em um novo vaso, completar com substrato de fibras de coco, misturado com cascas de pinus e pedriscos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Vaso de barro:</span></p>
<p>- Se a planta a ser dividida estiver plantada em vaso de barro, primeiro é necessário tirá-la cuidadosamente do vaso, para depois fazer o procedimento da divisão da touceira.</p>
<p>- Se possível, removê-la com todo o substrato onde a planta está com suas raízes fixas.</p>
<p>- Em seguida adotar os mesmos procedimentos acima, ou seja, fazer a divisão e plantar cada pedaço num novo recipiente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cuidados.</span></p>
<p>-As samambaias não gostam de sol quente, nem ventos fortes.</p>
<p>- Lugares ideais são: alpendres e varandas, protegidos de ventos.</p>
<p>- As regas deverão ser feitas sempre que o vaso demonstrar pouca umidade.</p>
<p>- Caso elas estejam colocadas em locais externos, poderão receber sobre as folhas, chuviscos de água através de uma mangueira, uma vez por semana. Ou mesmo através de um borrifador manual.</p>
<p>- As podas consistem em apenas remover as folhas velhas e amareladas.</p>
<p>- A adubação só poderá ser realizada depois que a nova planta já estiver bem pega e poderá ser feita com adubo foliar, duas vezes ao mês, e com farinha de osso e torta de mamona, a cada dois meses.</p>
<p>-As pragas mais comuns são as lagartas que comem as folhas. Mas essas podem ser catadas manualmente. Contra pulgões e ácaros, pulverize com calda de fumo para afastá-los. Se eles aparecerem na planta, corte as folhas afetadas tentando evitar que a doença se alastre. Para eliminar, só pulverizando com inseticida.</p>
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		<item>
		<title>Azaléias, uma bela opção para decoração de jardins.</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/azaleias-uma-bela-opcao-para-decoracao-de-jardins/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>

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		<description><![CDATA[ Azaléias, uma bela opção para decoração de jardins. Nome científico: Rhododendron simsii Origem: China (Sudoeste Asiático). Proliferação: - A multiplicação das azaleias se dá através do método de estaquia. - As estacas deverão ser retiradas das extremidades superiores da planta. - Geralmente são feitos em balainhos, com solo rico em material orgânico, porém, com ph levemente ácido. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> Azaléias, uma bela opção para decoração de jardins.</span></strong></p>
<p>Nome científico: <strong>Rhododendron simsii</strong></p>
<p>Origem: China (Sudoeste Asiático).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Proliferação:</span></p>
<p>- A multiplicação das azaleias se dá através do método de estaquia.</p>
<p>- As estacas deverão ser retiradas das extremidades superiores da planta.</p>
<p>- Geralmente são feitos em balainhos, com solo rico em material orgânico, porém, com ph levemente ácido. E deverão permanecer em sombreamento, com temperaturas e umidade adequadas, até o início da emissão de brotos e folhas novas.</p>
<p>- As estacas devem ser plantadas na primavera ou no outono.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Solo:</span></p>
<p>- A azaléia se desenvolve melhor em solos com Ph levemente ácido, profundos e bem drenados, com uma boa dosagem de material orgânico.</p>
<p>- Manter o solo relativamente úmido no decorrer do ano, porém, sem encharcamento.</p>
<p>- A planta não tolera geada, nem ventos frios.</p>
<p>- A planta se adapta perfeitamente ao sol pleno, mas floresce bem à meia sombra, ou em lugares de climas amenos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características gerais:</span></p>
<p><strong><em> </em></strong><em>Rhododendron</em>, vem do grego: Rhodon = rosa,  dendron =  árvore: Rosas em árvores.</p>
<p>-As Azaléias são arbustos perenes, de ramos lenhosos, cuja floração se apresenta em grande variedade de cores que variam entre magenta, vermelho, laranja, cor de rosa, amarelo, lilás e branco. As flores podem ser simples ou dobradas, com grande  apreciação pelos paisagistas e admiradores no mundo inteiro.</p>
<p>- Atingem entre 1 a 2 metros de altura.</p>
<p>- São criadas várias variedades hibridas desta planta por ano.</p>
<p>- Geralmente os rododendros desenvolvem suas flores na forma de inflorescências, enquanto a maioria das azaléias possui florações terminais.</p>
<p>E durante as estações em que florescem formam uma sólida massa colorida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cuidados e tratos culturais:</span></p>
<p>- Não regar com água calcária.</p>
<p>- Na Primavera, acrescentar composto orgânico, adubação de superfície.</p>
<p>- A azaléia é uma planta resistente.</p>
<p>- O excesso de água provocará manchas marrons nas folhas. Neste caso, reduzir drasticamente as regas.</p>
<p>- Se as raízes entrarem em contacto com calcário, as folhas irão ficar amareladas. E poderá ser corrigido esse problema adicionando pedaços de ferro no tronco da planta.</p>
<p>A ferrugem, ou seja: o óxido de ferro irá agir, devolvendo as características normais da planta.</p>
<p>- O melhor momento para podá-las é após o florescimento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As cores da Rosa do deserto.</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/as-cores-da-rosa-do-deserto/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 20:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>

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		<description><![CDATA[ As cores da Rosa do deserto. Nome Científico: Adenium obesum. Nome Popular: Rosa-do-deserto. Origem: África. &#160; Particularidade: -Por ser uma planta típica do deserto, onde as estiagens prolongadas são constantes, na época das chuvas, seu tronco se adapta para armazenar água e nutrientes em abundância, avolumando-se tanto, que deu origem ao seu nome: “obesum”. - As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> As cores da Rosa do deserto.</span></strong></p>
<p>Nome Científico: <strong>Adenium obesum.</strong></p>
<p>Nome Popular: Rosa-do-deserto.</p>
<p>Origem: África.</p>
<p><a href="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/20120220125740.m2ts_snapshot_00.01_2012.05.10_16.54.03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-237" title="20120220125740.m2ts_snapshot_00.01_[2012.05.10_16.54.03]" src="http://www.floreseorquideas.com.br/wp-content/uploads/2012/05/20120220125740.m2ts_snapshot_00.01_2012.05.10_16.54.03-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Particularidade:</span></p>
<p>-Por ser uma planta típica do deserto, onde as estiagens prolongadas são constantes, na época das chuvas, seu tronco se adapta para armazenar água e nutrientes em abundância, avolumando-se tanto, que deu origem ao seu nome: “obesum”.</p>
<p>- As flores têm a forma de taça com grande variedade de cores e nuances, desde o branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho, podendo ainda apresentar alguns toques de degrade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características Gerais:</span></p>
<p>- Planta de ciclo de vida perene, floresce praticamente o ano todo, mas em especial na primavera.</p>
<p>- Planta de clima quente e árido (deserto), desenvolve-se a pleno sol.</p>
<p>- Pertence à família das <strong>plantas suculentas</strong><strong>.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Propagação</span>:</p>
<p>A Planta pode ser propagada por sementes ou por enraizamento de estacas caulinares.</p>
<p>O método mais utilizado é o da estaquia.</p>
<p>- Cortar hastes da planta que se deseja multiplicar com aproximadamente dez centímetros de comprimento. A época mais indicada para fazer mudas é o final do verão.</p>
<p>- Colocar as hastes em local seco e sombreado, livre de umidade por uma semana, até curar a superfície cortada.</p>
<p>- Enterrar as hastes em um substrato preparado com terra vegetal e areia grossa, na proporção de 2:1. Ou seja, duas partes de terra para cada parte de areia.</p>
<p>- Observar se os balainhos são dotados de furos para perfeita drenagem de água.</p>
<p>- Colocar os balainhos com as mudas em local que receba luz solar diretamente.</p>
<p>- Manter o substrato dos balainhos com boa umidade sem encharcar.</p>
<p>-No inverno a rosa do deserto entra em hibernação, perdendo a maioria das folhas. Diante disso, as regas nesse período, deverão ser reduzidas no máximo duas vezes por semana.</p>
<p>- Na primavera a planta acorda da dormência e começa a emitir folhas e flores em quantidades, então se faz necessário observar se é preciso transplantá-la para um recipiente maior acondicionando melhor as suas raízes.</p>
<p>- O verão é a estação em que a planta estará em seu auge, desde que tenha recebido satisfatoriamente, os tratos culturais durante todo o ano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Notas</span>:</p>
<p>- A rosa do deserto não tolera geadas, nem temperaturas inferiores a 10ºC.</p>
<p>- A rosa do deserto é uma planta resistente por ser nativa de regiões áridas, mas,não tolera excessos de umidade.</p>
<p>- Esta combinação de excesso de água com temperatura baixa, pode apodrecer os tecidos da planta, levando-a a morte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Obs.</span></p>
<p>- A rosa do deserto poderá até ser cultivada à meia sombra, porém, florações abundantes e vistosas, só ocorrerão se a planta for submetida a pleno sol.</p>
<p>- Deve ser plantada em solo arenoso, com ótima drenagem de água, imitando o seu habitat natural que é a aridez do deserto.</p>
<p>- As irrigações deverão obedecer a intervalos esparsos e regulares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dicas interessantes</span>:</p>
<p>- As podas para formação das touceiras, deverão obedecer a alguns critérios básicos, para não provocar deformidades nem aquelas cicatrizes no caule tirando a beleza natural da planta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cuidados:-</span></p>
<p>- Sempre que for podá-la, use luvas e óculos de segurança, pois sua seiva é altamente tóxica.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A beleza das Roseiras &#8211; Mini rosas.</title>
		<link>http://www.floreseorquideas.com.br/vasos-e-jardineiras/a-beleza-das-roseiras-mini-rosas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>osvaldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Buquê de noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas para dentro de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vasos e Jardineiras]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>

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		<description><![CDATA[A beleza das Roseiras &#8211; Mini rosas. Nome científico: Rosa Chinensis. Origem: China. Nome popular: Rosa miniatura, Roseira miniatura. Características Gerais: - As mini rosas são muito requisitadas, devido ao seu constante florescimento. - Apresentam crescimento compacto, ideal para serem reproduzidas em vasos, visto que raramente ultrapassam meio metro de altura - Oferecem flores nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A beleza das Roseiras &#8211; Mini rosas</span></strong><strong>.</strong></p>
<p><em>Nome científico</em><strong>: Rosa Chinensis</strong>.</p>
<p>Origem: China.</p>
<p>Nome popular: <strong>Rosa miniatura, Roseira miniatura</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Características Gerais:</span></p>
<p>- As mini rosas são muito requisitadas, devido ao seu constante florescimento.</p>
<p>- Apresentam crescimento compacto, ideal para serem reproduzidas em vasos, visto que raramente ultrapassam meio metro de altura</p>
<p>- Oferecem flores nas cores e nuances de: púrpura, vermelha, branca, alaranjada, amarela, rosa. Geralmente a floração ocorre em forma de cachos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Utilização:</span></p>
<p>- As mini rosas são plantas preferidas por adaptarem-se perfeitamente em vasos, jardineiras ou, formações de pequenos jardins residenciais, por ser planta de pequeno porte, além de que suas flores apresentam grande durabilidade e variedade de cor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Proliferação:</span></p>
<p>- Normalmente, a multiplicação de mini rosas é feita pelo método de enraizamento de estacas.</p>
<p>- Escolher galhos saudáveis que acabaram de florir.</p>
<p>- Cortar as estacas em bisel, com aproximadamente 15 centímetros de comprimento.</p>
<p>- Recortar, também em forma de bisel, a extremidade superior da estaca, exatamente a parte que produziu o cacho de flores.</p>
<p>- Fazer a desfolha da parte inferior da estaca, ou seja: justamente a onde deverá ficar enterrada no solo.</p>
<p>- Molhar sem encharcar o solo dos balainhos ou vasos.</p>
<p>- Introduzir a estaca até a metade no solo do vaso, ou do balainho.</p>
<p>- Envolver o vaso ou o balainho em plástico transparente, evitando assim perda de água, além de formar um ambiente semelhante de uma estufa.</p>
<p>- Colocar os balainhos em locais com 50 % de sombra.</p>
<p>- A emissão de brotos e ou folhas novas, se dará a partir de trinta dias do plantio, período em que a estaca já estará enraizada.</p>
<p>- Após o pegamento da muda, já poderá ser processado a aclimatação gradativa da planta, ao sol.</p>
<p>- Tão logo as mudas iniciarem brotação, já poderão ser transplantadas em seus locais definitivos. Geralmente em vasos maiores.</p>
<p>- Após a primeira florada, é necessário fazer uma poda radical, para que a planta emita vários brotos formando sua copa.</p>
<p>- As podas seguintes deverão ser feitas apenas para retirada dos cachos que já soltaram suas flores.</p>
<p>- As roseiras adultas deverão permanecer a pleno sol.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preparo do solo:</span></p>
<p>1 parte de terra comum.</p>
<p>1 parte de terra vegetal.</p>
<p>2 partes de composto orgânico.</p>
<p>- Misturar os materiais acima, até obter uma  perfeita homogeneização.</p>
<p>- Encher os saquinhos de plástico (balainhos), ou vasos, com o solo preparado.</p>
<p>- Colocar em lugar sombreado.</p>
<p>- Molhar bem a terra dentro dos recipientes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Adubação:</span></p>
<p>- Geralmente a adubação de roseiras é feita com o incremento de porções de adubo orgânico bem curtido, enriquecido com farinha de osso, uma vez por mês.</p>
<p>- A cada dois meses com adubo químico (NPK 4-14-8).</p>
<p>- Manter o solo dos vasos sempre levemente umedecido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nota:-</span></p>
<p>- As mudas de mini rosas que foram adquiridas de produtores, precisarão passar por um período de adaptação, visto que elas foram produzidas em estufas, e foram vendidas na sua melhor fase.</p>
<p>- Ao mudar de ambiente elas certamente irão sentir a diferença, mas logo se recuperarão e voltarão a florir novamente. Uma das maneiras mais prática de ajudá-las a se recuperar do estresse é transplantá-las em vasos maiores, com substrato rico em matéria orgânica, boa drenagem de água e aeração satisfatória.</p>
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